O presidente da Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), Gerson Feitosa (PT do B), afirmou ao BNC que, se preciso for, a categoria irá “até às últimas consequências” para recuperar os reajustes salariais vetados pelo governador Amazonino Mendes (PDT), na quarta-feira, dia 13.

“Vamos até às últimas consequências pelo nosso reajuste. O veto tira a nossa perspectiva de projeção salarial que era o que estava acertado no projeto anterior”, disse Feitosa. O aumento vetado foi obtido após pressão de greves e ameaças de paralisações. Leia mais sobre os percentuais aqui. 

Convocação

Para tratar do veto e alinhar estratégias, as associações representativas dos praças do Amazonas convocaram seus associados e associadas da Polícia e Bombeiro Militar para uma assembleia geral que ocorrerá neste sábado, dia 16, às 9h, na sede da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Oficiais QOA da Policia e Bombeiros Militares do Amazonas (ASSOAPBMAM).

“A possibilidade do veto já era esperada por conta do impasse entre a Assembleia e o Governo, mas achávamos que o veto seria parcial, ou seja, somente ao que compreendia as emendas em relação aos valores. Mas para nossa surpresa, foi vetado na totalidade.  O caminho agora para tentar resolver o problema é [realizar] uma assembleia geral pra gente explicar o que aconteceu, [definir] quais são as medidas que podem ser tomadas pela categoria e reabrir a mesa de negociação com o governo pra tentar uma solução”, explicou o presidente da Apeam.

Vetou geral

A mensagem do Executivo chegou ontem à tarde, dia 13, a ALE-AM, e vetou o reajuste não só de policiais e bombeiros militares, mas também de  servidores da saúde e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Na explicação para a medida, a Casa Civil afirma aos deputados que as emendas feitas à mensagem original incorreram em “vício de inconstitucionalidade”, e que as modificações alteraram substancialmente o cronograma de pagamento dos reajustes.

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