A sessão de julgamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incluía na pauta a denúncia que discute a regularidade da eleição para corregedor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), terminou sem analisar a questão.

Agora, a expectativa é que a questão possa voltar à pauta do CNJ em quinze dias quando deve ocorrer a próxima reunião do colegiado.

 

Chá de cadeira

O processo que não foi julgado, mas teve alto nível de audiência no plenário do CNJ nesta terça-feira. Entre magistrados e juristas que foram a Brasília acompanhar o julgamento, estavam: o presidente do TJ-AM, Flávio Pascarelli, o desembargador Paulo Lima,  o presidente da OAB-AM, Marco Aurélio Choy, o advogado Beto Simonetti, o procurador do Estado Rafael Cândido, Franco Júnior, advogado do corregedor eleito Lafayette Carneiro Júnior, o advogado Paulo Lindoso e Lima, filho do desembargador Paulo Lima e advogado dele na questão.

 

Denúncia

A denúncia foi feita pelos desembargadores Paulo César Caminha, João Mauro Bessa e Cláudio César Ramalheira Roessing. Eles pediram ao CNJ a anulação da eleição para o cargo de corregedor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), realizada no dia 27 de março.

Os três magistrados alegam que a eleição ocorreu mediante conduta irregular do presidente do TJ-AM, Flávio Pascarelli, no que chamaram de “ilegalidade inédita perpetrada por 18 desembargadores da corte estadual” e com a tentativa de subverter a ordem jurídica para atender a interesses privados.

Eleição de Lafayette a corregedor do TJ-AM é denunciada no CNJ

 

Foto: Divulgação/TJ-AM/Raphael Alves