Apreensão de droga e bloqueio de contas do tráfico no AM, PA e SP
Publicado em: 21/11/2017 às 16:27 | Atualizado em: 21/11/2017 às 16:27
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (21), mais uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas no Amazonas e também no Pará e em São Paulo. O ordem era cumprir 42 mandados nos três estados.
Foram expedidos 21 mandados de prisão preventiva, 20 de busca e apreensão e um de condução coercitiva no Pará, em São Paulo e no Amazonas.
A operação foi batizada Mundurucús.
A PF também solicitou o bloqueio de 18 contas bancárias utilizadas pelos alvos da operação para movimentar o dinheiro do tráfico de drogas.
Em oito meses de investigações foram apreendidos cerca de 26 kg de pasta-base de cocaína e 5 kg de maconha.
A operação mira núcleos de traficantes que atuavam na região metropolitana de Belém comercializando drogas adquiridas em países como Colômbia e Peru.
A mercadoria, segundo a PF, entrava no país por Tabatinga e Benjamin Constant, duas cidades do Amazonas localizadas na fronteira.
O transporte até Belém era feito por embarcações fluviais.
Operação estadual
Dois homens e uma mulher foram presos com cerca de 400 kg de cocaína pura, durante uma operação da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), nesta segunda-feira (20).
A droga estavam escondidas em malas, dentro de uma embarcação entre os municípios de Anamã e Manacapuru.
A prisão faz parte da operação “Facho de Luz”, deflagrada pela manhã. Foram presos Jhonatan Amia Lopez, de 29 anos, Marco Junior do Nascimento D’ávila, de 28 e Naiandra Figueira dos Remédios, de 25 anos.
De acordo com a polícia, o barco foi interceptado por volta das 11h, no Rio Solimões, nas proximidades de Manacapuru, a 84 quilômetros da capital.
Ao longo de todo o ano de 2017, ações das forças de segurança pública resultaram na apreensão de mais de 11,477 toneladas de entorpecentes, sendo 5,9 só em Manaus.
As ações da SSP causaram impactaram as finanças do crime organizado em mais de R$ 30 milhões.
“O prejuízo financeiro para as organizações criminosas dificulta o seu crescimento, enfraquece seus comandos e viabiliza que o Estado consiga ter um controle dessas organizações criminosas”, afirmou o delegado Paulo Mavignier, do Denarc.
Fonte: G1 e SSP-AM
Foto: Divulgação/PF
