Amigo de Epstein que também se ‘suicidou’ pôs Brasil na rota das prostitutas
Francés agenciava mulheres para festas animadas do amigo de Trump, revela Justiça dos EUA
Publicado em: 03/02/2026 às 22:23 | Atualizado em: 03/02/2026 às 22:23
Novos documentos do caso Jeffrey Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, apontam o agente francês Jean-Luc Brunel como elo entre o bilionário e supostas redes de exploração sexual no Brasil.
Os arquivos citam depoimentos que indicam que Brunel teria intermediado contatos para fornecer prostitutas a Epstein durante viagens ao país, inclusive com suspeita de envolvimento de menores.
Jean-Luc Brunel foi um influente agente internacional de modelos e cofundador da agência MC2 Model Management, criada com financiamento de Epstein.
Ao longo dos anos, ele foi acusado por diversas mulheres de abuso sexual e investigado por integrar a rede de exploração liderada pelo bilionário americano.
Em 2020, Brunel foi preso na França e, em 2022, morreu na prisão enquanto aguardava julgamento, em um caso classificado oficialmente como suicídio.
Segundo os documentos, um depoimento prestado em 2010 à Justiça da Flórida afirma que Brunel levou jovens brasileiras aos Estados Unidos para eventos na casa de Epstein, com suspeitas de que parte delas fosse menor de idade.
Relatos também indicam que ele mantinha contatos no Brasil para facilitar o acesso de Epstein a garotas.
As menções reforçam investigações já divulgadas pela imprensa internacional sobre a atuação de Brunel no país e sua proximidade com o esquema de abusos atribuído a Epstein.
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Foto: Reprodução
