Bolsonaro: de atleta imorrível a idoso decrépito

Em análise, Hélio Schwartsman defende que eventual prisão domiciliar deve valer para todos os detentos em condições semelhantes

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Da Redação do BNC Amazonas

Publicado em: 20/03/2026 às 17:12 | Atualizado em: 20/03/2026 às 17:12

O estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, internado em UTI com pneumonia aspirativa, reacende o debate sobre a aplicação do humanismo penal no Brasil.

A análise é do colunista Hélio Schwartsman, que aponta a fragilidade clínica do ex-presidente como elemento central para discutir a conversão da pena para o regime domiciliar.

“Numa daquelas ironias da história, o sujeito com histórico de atleta que nada sofreria com a Covid-19 é agora oficialmente um idoso frágil”, afirma.

Segundo o colunista, a situação impõe ao Supremo Tribunal Federal (STF) um teste de coerência.

“Sua situação de saúde é compatível com a conversão da prisão em regime fechado em domiciliar”, aponta, defendendo que o mesmo critério seja aplicado a outros presos com doenças graves.

A análise sustenta que a medida deve seguir o princípio da igualdade, independentemente de quem seja o detento.

Leia a análise completa de Hélio Schwartsman na Folha de S. Paulo.

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Foto: reprodução/X