Esgoto e água tratada em pauta

O Amazonas busca universalizar água e esgoto através de microrregiões de saneamento para reduzir doenças e desigualdades no interior.

Publicado em: 15/04/2026 às 17:17 | Atualizado em: 15/04/2026 às 17:17

O Amazonas precisar avançar bastante para conseguir cumprir as metas do Marco Legal do Saneamento Básico, que prevê a universalização dos serviços até 2033. O alerta é de Marcellus Campêlo, engenheiro civil especialista em Saneamento Básico.

No estado, disse ele, 81,14% da população possui acesso a abastecimento de água e apenas 28,63% é atendida com rede coletora de esgoto, conforme dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa).

Ex-secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Marcellus Campêlo se desincompatibilizou dos cargos para colocar o nome à disposição do União Brasil, como pré-candidato a deputado estadual.

Pela experiência que tem na área, ele considera que o estado precisará apoiar de maneira muito forte as prefeituras, para que possam enfrentar esse desafio.

O caminho, na sua opinião, já está aberto, com a criação, tendo a Sedurb à frente, da Microrregião de Saneamento Básico do Amazonas (MRSB/AM), passo importante para que todos possam usufruir de água tratada e rede de esgoto no interior, reduzindo as doenças ocasionadas pela falta de saneamento.

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