Fórum de Mulheres celebra condenação por mortes de Débora e Arthur
Organizações feministas comemoram a condenação dos acusados pelo assassinato brutal de Débora e do pequeno Arthur no Amazonas.
Publicado em: 01/06/2026 às 15:16 | Atualizado em: 01/06/2026 às 15:16
O Fórum Permanente das Mulheres do Amazonas e o Levante Feminista Contra o Feminicídio manifestaram publicamente seu senso de justiça após a condenação dos responsáveis pelo assassinato brutal de Débora da Silva Alves e de seu filho, o pequeno Arthur.
O crime, marcado por extrema violência e crueldade feminicida, causou grande comoção e mobilizou a sociedade amazonense nos últimos tempos.
Desde o início do julgamento, integrantes dos movimentos sociais mantiveram-se mobilizadas em frente ao Fórum Ministro Henoch Reis.
A manifestação de apoio e resistência contou com a presença de ativistas como Fran Sales, Florismar Ferreira, Luzanira Varela e Socorro Prado, além do suporte contínuo das coordenadoras do Fórum, Alessandrine Silva, Marília Freire e Vitória Gomes, que integraram a rede de solidariedade construída junto à família das vítimas.
Em nota conjunta, as organizações ressaltaram que a punição dos réus representa uma resposta institucional firme do Poder Judiciário.
“É fundamental afirmar: em casos como este, não se pode subverter o sentido da justiça nem inverter responsabilidades. Justiça é responsabilizar os autores de crimes bárbaros, garantindo o devido processo legal e a correta aplicação da lei”, declararam as entidades.
Os movimentos também registraram o reconhecimento ao trabalho desempenhado pelo Ministério Público, pela magistratura, servidores do sistema de justiça e oficiais de justiça.
Segundo as organizações, a condução do julgamento destacou-se pela seriedade, respeito às garantias legais e compromisso com a verdade dos fatos.
Ao fim, o documento emitido pelas entidades reforça que Débora e Arthur não podem ser encarados apenas como estatísticas de segurança pública, mas como símbolos da urgência no combate à violência que atinge mulheres e crianças.
Os grupos afirmaram que seguirão vigilantes e mobilizados na defesa dos direitos humanos e no enfrentamento da cultura feminicida.
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