Cerca de 400 motoristas de aplicativos, tais como Uber e 99, protestaram contra o alto preço da gasolina vendida nos postos de Manaus.

A avenida Mário Ypiranga, em frente a Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), chegou a ter uma de suas faixas interditadas pelos manifestantes no início da manhã desta terça-feira, dia 11.

 

Leia mais 

Deu a louca na Petrobrás: gasolina cai 7,16% e diesel 6%

 

Apesar das duas reduções dadas nas refinarias pela Petrobras no valor da gasolina, já neste mês de junho, o combustível aumentou e é vendido nas bombas da capital por  R$ 4,59.

“É um valor absurdo porque ouvimos falar em baixa nas refinarias e nos postos, nada.  O impacto é muito grande pra nós motoristas de aplicativos.  Temos um consumo não só de combustível, mas também de pneus, manutenção, óleo, lavagem e etc. Estamos trabalhando pra abastecer o carro, comprar o pão para a família e contando com a sorte do carro não quebrar e ter que gastar com manutenção”, disse Robson Allan, analista de engenharia, que faz Uber há dois anos.

 

CPI

Diante do protesto, uma comissão formada por cinco representantes da classe foi recebida por membros da CPI dos Combustíveis da ALE-AM, presidida pela deputada estadual Joana Darc (PL). Eles reivindicam que o órgão apure os preços praticados pelos postos da capital.

 

Foto: Twitter Manaustrans