O prefeito Arthur Neto (PSDB) sugeriu qualificar o debate sobre a Amazônia e lembrou a razão estratégica da ZFM (Zona Franca de Manaus) para o Brasil: diminuir as desigualdades econômicas e sociais entre as regiões.

A afirmação é parte do novo artigo da série sobre a ZFM publicado neste domingo, dia 27, e que vai virar livro. 

“O Brasil precisa entender que necessita de uma Amazônia em euforia econômica e não em depressão. E isso levará à compreensão da relevância do parque industrial não poluente – e fundamental para a preservação da floresta – instalado no Distrito Industrial de Manaus. Sugiro a qualificação do debate, para chegarmos às decisões mais acertadas”, escreveu Arthur.

 

Leia mais

Arthur defende união dos políticos do AM em favor da ZFM, em Brasília

Em defesa da ZFM, Arthur faz artigo endereçado a Paulo Guedes

 

O chefe do executivo municipal pondera ainda que a valorização da região, bem como do modelo Zona Franca, é benéfica não apenas para o Amazonas, mas ao Brasil e com ‘repercussões planetárias’. E nasceu para resolver o grave problema brasileiro de desigualdade entre as regiões.

“A Zona Franca nasceu para desenvolver uma região estratégica e subdesenvolvida. Veio para diminuir esse grave problema brasileiro que é a desigualdade entre regiões, prima-irmã da desigualdade econômica e social entre pessoas. Se não for vista sob esse prisma, não será entendida por quem a esteja analisando”, alerta.

 

Recomendações

A série de artigos publicados por Arthur tem tido repercussão nacional não apenas pelo conteúdo, mas pelo currículo e experiência política do prefeito de Manaus.

Ainda no texto de hoje, Arthur faz uma série de recomendações ao governo como “um filtro rigoroso nos subsídios” para “evitar o risco de transformar uma boa intenção num problema desnecessário como minimizar a relevância da Zona Franca e, com isso, sofrer desgastes internacionais”.

Além disso, cita que é necessário apoiar iniciativas de desenvolvimento sustentável e agilizar decisões que, segundo ele, “ficam emperradas nas gavetas de Brasília”.

Leia o artigo completo. 

 

Foto: Semcom