Rede lança o policial federal Júnior Brasil ao Governo do AM

Publicado em: 05/03/2018 às 21:20 | Atualizado em: 05/03/2018 às 21:20

A Rede Sustentabilidade lançou nesta segunda-feira, dia 5, o nome do policial federal Júnior Brasil como pré-candidato a governador do Estado às eleições de 2018.

Brasil, de 42 anos, participou das eleições majoritárias estaduais de 2014 como candidato a vice-governador da chapa encabeçada pelo ex-deputado estadual Marcelo Ramos.

A informação foi dada ao BNC, por meio de um texto assinado por Tácius Fernandes, amazonense que faz parte da executiva nacional da legenda.

Leia abaixo a informação:

A Rede Sustentabilidade no Amazonas lançou hoje (5) a sua pré-candidatura ao governo do Estado. Junior Brasil, de 42 anos, é o nome indicado pelo partido. O policial federal é casado, tem dois filhos e já foi candidato a vice-governador em 2014.

O pré-candidato afirmou estar à disposição em concorrer ao cargo por um sentimento e pela convicção em liderar um processo político verdadeiro e coletivo, que dialogue com a sociedade e atenda seus anseios por uma liderança absolutamente comprometida com valores da transparência, igualdade social, participação popular, combate à corrupção, sustentabilidade, diversidade e resgate da economia regional.

“Este sonho eu não sonho sozinho. Somos muitos: um milhão de amazonenses deixaram de votar em 2017 por desilusão com a política local e suas lideranças. Mas juntos, solidários e comprometidos com a mudança desse quadro, podemos aposentar a oligarquia política local e abrir um caminho novo e promissor para nossa gente. Afinal, só triunfa a esperança que luta”, declarou Junior Brasil.

De acordo com o porta-voz do Amazonas, Erick Nogueira, esse é um momento decisivo na política do Estado e a Rede tem a obrigação de apresentar à sociedade candidaturas de qualidade e comprometidas com um novo modelo de desenvolvimento baseado na sustentabilidade.

“Queremos ajudar a libertar o Amazonas da dependência de um único modelo econômico e do grupo que mantém e utiliza as mazelas sociais como moeda de troca na época das eleições. Jr Brasil colocou seu nome à disposição do partido, e acreditamos que podemos melhorar o debate e apresentar alternativas para solucionar os problemas estruturais acumulados nessas mais de três décadas de desgoverno”, assinalou Nogueira.

CANDIDATURAS CIDADÃS

A Rede Sustentabilidade está comprometida com a democracia, com a justiça social e com a sustentabilidade. Em 2018, o grande desafio não se trata somente de não eleger ou reeleger corruptos ou corruptores, mas de trazer para a política um novo protagonismo – a participação direta do cidadão e a eleição de políticos comprometidos com mandatos abertos, transparentes e participativos.

Por isso, lançará candidaturas cidadãs (não sendo necessária atuação orgânica, mas que representem plataformas e causas sociais), além de incentivar as candidaturas femininas e feministas.

O deputado estadual Luiz Castro tem apoiado e ajudado na articulação política do partido e na identificação de lideranças da sociedade, que estejam dispostas a dar sua contribuição na atualização política no Estado.

Bete Maciel, porta voz no Amazonas, explicou que o partido garante 30% das vagas para candidaturas cidadãs, que defendam causas coerentes aos princípios da Rede, o que ‘certamente se traduzirão por entusiasmo com nossas candidaturas partidárias’.

“Precisamos fortalecer as candidaturas femininas. Não iremos aceitar as chamadas candidaturas fictícias, que são registradas só para cumprir requisito legal, e esse é um dos nossos grandes desafios. Além disso, é importante haver candidaturas de todos os gêneros que contemplem as pautas femininas, dos segmentos sociais marginalizados e/ou socialmente discriminados”, afirmou Bete.

A Rede no Amazonas também está focada e unida em torno da pré-candidatura de Marina Silva à Presidência da República. No dia 21 de abril, o partido fará o lançamento oficial de todas as pré-candidaturas do Estado, com a presença das principais lideranças nacionais e regionais, lideranças dos movimentos sociais, ambientais, indígenas e da sociedade civil.

 

Foto: Divulgação