A revelação de que Maria de Lourdes Paixão, candidata pernambucana à Câmara dos Deputados recebeu R$ 400 mil para a sua campanha, mostra o grau de discriminação com que o PSL tratou seu principal candidato a deputado federal pelo Amazonas, Delegado Pablo Oliva.

Ela pegou toda essa bolada e só rendeu 274 votos, enquanto Pablo não recebeu nada da direção nacional do partido do presidente da República, Jair Bolsonaro, foi o segundo mais votado do pleito no estado e ainda deu ao partido mais de 151 mil votos.

Maria de Lourdes deixou rastros que levantam suspeitas de que ela foi usada como “laranja no PSL.

 

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Foto: BNC Amazonas