Do lado de fora da sede e no auditório da Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), professores da rede estadual pediam ajuda dos parlamentares na manhã desta terça, dia 14, para resolver o impasse de reajuste salarial que já leva a uma greve de 30 dias.

Entre os brados de guerra, os servidores da educação diziam:

“Josué Neto, resolve aí. A bronca agora é aqui!”.

Referiam-se ao presidente da ALE-AM, que interrompeu início de sessão comemorativa de 100 dias de mandato para se reunir com os líderes do movimento por volta de 10h.

Ontem, o governador Wilson Lima (PSC) enviou aos deputados a mensagem com a proposta de reposição salarial de 4,73% (incluindo perdas residuais referentes às datas-bases de 2015 a 2018), progressões horizontais para 16 mil servidores, progressões verticais (12%, 50% e 55%) para 1,7 mil servidores, reajuste de R$ 30 no auxílio-alimentação, reajuste no auxílio-localidade (100% para professores do interior e 233% para zona rural) e ampliação do vale-transporte dos professores que cumprem 40 horas semanais.

 

Foto: BNC Amazonas