O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (foto), rebateu, nesta quinta-feria (1°), a informação de que houve aumento de 88% no desmatamento em junho deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. O dado havia sido divulgado no início do mês pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a partir da análise de informações do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que indicou perda de 920,4 quilômetros quadrados na Amazônia Legal no período.

Em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Jair Bolsonaro e dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Salles exibiu imagens de satélite para demonstrar que pelo menos 31% do total do desmatamento apurado em junho ocorreram em anos anteriores, principalmente em 2017 e 2018, mas só foram computados depois. Para chegar a essa conclusão, segundo ele, foram analisadas imagens de 56% das áreas desflorestadas em junho indicadas pelo Deter.  Leia mais na Agência Brasil.

 

Ex-delegado diz ter queimado corpo de Santa Cruz

O ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (Dops), Cláudio Guerra, de 79 anos, atribuiu à religião o reconhecimento pelos crimes praticados durante a ditadura militar, segundo documento com a conclusão das investigações divulgado pelo Ministério Público Federal nesta quarta-feira (31).

Cláudio Guerra confessou que incinerou 12 corpos, entre 1973 e 1975, na usina de Cambaíba, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Entre as vítimas estava Fernando Santa Cruz, pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. Ao G1, o Ministério Público Federal (MPF) disse, na tarde desta quinta-feira (1º), que Cláudio Guerra relatou ter sofrido ameaças quando decidiu contar sobre a ocultação e destruição dos corpos. Confira na reportagem do G1.

 

Demissão de servidores

O governo Bolsonaro já expulsou da administração pública federal 228 servidores, apenas nos seis primeiros meses deste ano. Foram 171 demissões no total, 26 destituições de cargos comissionados e 31 cassações de aposentadorias. O órgão com o maior número de demitidos é o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), 15 servidores, que também cancelou duas aposentadorias. Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) demitiu 14 servidores e cassou cinco aposentadorias. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Mais de 65% dos demitidos foram punidos por “atos de corrupção”. O levantamento não inclui empregados de estatais, como a Petrobrás. Veja a matéria no Diário do Poder.

 

Faltosos da Câmara

Dos 513 deputados com mandato, apenas oito registraram presença na Câmara, nesta quita-feira, dia 1º. A lista inclui Fernando Rodolfo (PL-PE), Gonzaga Patriota (PSB-PE), Otaci Nascimento (Solidariedade-RR), Carmen Zanotto (Cidadania-SC), Bia Kicis (PSL-DF), Dr Zacharias Calil (DEM-GO), Darcísio Perondi (MDB-RS), Greyce Elias (Avante-MG). “Imagino que os meus colegas estejam trabalhando nas bases. O ritmo aqui é intenso. Vamos retomar a Previdência e a reforma tributária na semana que vem. Em dias normais, quinta-feira à tarde é dia de deixar Brasília e voltar para as bases. Então, teve gente que não veio”, explica Bia.

Congressistas tiveram 19 dias de descanso, e, mesmo assim, “emendaram” a folga até a semana que vem. A Câmara só deve retomar as atividades na próxima terça-feira, dia 6.

A deputada Bia Kicis afirma ter passado os dias de recesso “trabalhando no gabinete”, e diz que é a favor do corte de salários de quem não vem trabalhar.

Congressistas tiveram 19 dias de descanso, e, mesmo assim, “emendaram” a folga até a semana que vem. A Câmara só deve retomar as atividades na próxima terça-feira, dia 6. Veja a reportagem no Diário de Pernambuco.

 

Lava Jato defende Deltan

A força-tarefa de procuradores que atuam na Operação Lava Jato em Curitiba afirmou, nesta quinta-feira, dia 1º, que o procurador Deltan Dallagnol nunca pediu para a Receita Federal investigar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ou seus familiares. Em nota divulgada à imprensa, a força-tarefa disse que as informações que surgiram durante as investigações sobre pessoas que têm foro privilegiado foram encaminhadas à Procuradoria-Geral da República (PGR) por meio de devida formalização. Leia o texto completo na Agência Brasil.

 

Estrelas do noticiário da Globo

Dony de Nuccio, no entanto, não foi o único apresentador da Globo a estabelecer parceria comercial com o Bradesco. A revista Veja descobriu que Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional, e Rodrigo Bocardi, do Bom Dia São Paulo, também emprestaram seus rostos e credibilidades. Em um vídeo de divulgação interna do Bradesco, Renata aparece ao lado de um totem com a marca da instituição financeira e a seguinte frase: “120 razões para ser cliente”. Leia mais na Veja.

 

Foto: Marcos Corrêa/PR