A promessa de campanha para extinguir excesso de cargos na esfera federal começou a ser cumprida. O presidente Jair Bolsonaro autorizou a extinção 21 mil cargos comissionados, funções e gratificações.

De acordo com informações do Congresso em Foco, o governo estima uma economia de quase R$ 195 milhões anuais com a medida.

O objetivo, segundo ele escreveu no Twitter, é enxugar a máquina pública e torná-la mais eficiente.

O corte foi determinado em decreto publicado nessa quarta-feira (13) no Diário Oficial da União.

Do total, 6.587 são cargos que já estavam vagos e deixarão de existir imediatamente.

Eles devem dar um alívio de R$ 139 milhões (71% da economia anunciada) aos cofres públicos porque, mesmo vagos, constam como despesa no orçamento.

Os demais cargos serão extintos em fases, a partir de 30 de abril e de 31 de julho.

O valor médio das gratificações é de aproximadamente R$ 570/mês e os valores variam de R$ 62 a R$ 11.200.

A ação faz parte das 35 medidas consideradas prioritárias por Bolsonaro para os seus 100 primeiros dias de governo.

“Todos tiveram que participar. Estamos fazendo um redesenho das gratificações que a administração pública concede aos servidores, focando nas áreas-fim. Os cargos que são essenciais para a execução do trabalho que beneficia o cidadão foram mantidos”, afirmou o secretário Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia (ME), Paulo Uebel.

Segundo ele, o corte não vai comprometer a prestação de serviços públicos.

“Ao contrário, a expectativa é que o setor público se torne mais eficiente”, complementou Paulo Uebel.

Leia mais no Congresso em Foco

 

Foto: Divulgação