Manaus: reforma previdenciária amplia tempo de serviço e professores reagem
Audiência pública na câmara expôs críticas à proposta da Manausprev que eleva idade e tempo de contribuição, ignorando direitos adquiridos
Da Redação do BNC Amazonas
Publicado em: 02/09/2025 às 10:25 | Atualizado em: 02/09/2025 às 10:25
A proposta de reforma previdenciária enviada pela Prefeitura de Manaus à Câmara Municipal na última quarta-feira (27 de agosto) provocou reação imediata, especialmente entre professores.
O projeto da Manaus Previdência (Manausprev) prevê aumento da idade mínima de aposentadoria para 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Hoje é de 60 e 55 anos, respectivamente.
Dessa forma, para professores, a idade mínima passaria de 55 para 60 anos (homens) e de 50 para 57 anos (mulheres).
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), Ana Cristina Rodrigues, disse que a categoria foi pega de surpresa e que a proposta representa a perda de cinco anos de contribuição conquistados na década de 80.
“Nós conquistamos em 1981 o direito de uma aposentadoria especial. Quem é professor sabe o que é ficar com 35, 40, 45 alunos em sala de aula e a importância de se aposentar mais cedo. Nós não ganhamos, nós saímos perdendo”.
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Histórico da previdência municipal
– 1981: Professores conquistam aposentadoria especial com tempo reduzido.
– 2019: Alterações no regime previdenciário nacional pressionam reformas locais.
– 2021: Manausprev ajusta alíquotas e critérios de aposentadoria.
– 2025: Proposta amplia idade e tempo de contribuição, gerando reação de servidores e sindicatos.
Leia esse assunto na íntegra na publicação do portal de A Crítica.
Foto: Reprodução
