EMS anuncia investimento de R$ 1 bilhão para ampliar fábrica em Manaus

Investimento faz parte da estratégia da empresa para ampliar a capacidade de produção de comprimidos nos próximos anos.

EMS vai investir R$ 1 bi em Manaus em aposta em remédios para emagrecimento

Da Redação do BNC Amazonas

Publicado em: 30/06/2026 às 06:22 | Atualizado em: 30/06/2026 às 15:35

A farmacêutica EMS vai reforçar sua presença na Zona Franca de Manaus com um investimento superior a R$ 1 bilhão previsto para 2027. O aporte será destinado à construção de uma nova planta industrial anexa à unidade já instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM), em um movimento que acompanha a expansão do mercado de medicamentos para obesidade e diabetes.

Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, a nova estrutura permitirá ampliar a capacidade de produção de comprimidos da empresa, que passará de 1,5 bilhão para 2 bilhões de unidades por mês até 2028. A expansão integra a estratégia da farmacêutica para atender ao aumento da demanda por medicamentos no Brasil e no exterior.

“A proposta é avançar na produção de comprimidos, ampliando de 1,5 bilhão de unidades para dois bilhões, ao mês, até 2028”, afirma Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS.

O crescimento do mercado de tratamentos para perda de peso e controle do diabetes tem impulsionado investimentos da indústria farmacêutica. A EMS já atua nesse segmento com medicamentos à base de liraglutida, princípio ativo utilizado no tratamento dessas doenças, e busca ampliar sua capacidade industrial para acompanhar a evolução desse mercado.

Além de fortalecer a operação da empresa na capital amazonense, o investimento reforça a importância da Zona Franca de Manaus como polo estratégico para a indústria farmacêutica nacional. A expectativa é que a nova unidade contribua para ampliar a produção, gerar empregos e estimular novos investimentos na cadeia industrial instalada no Amazonas.

O anúncio ocorre em um momento de expansão da indústria farmacêutica brasileira, que projeta crescimento impulsionado pela demanda por medicamentos inovadores, especialmente aqueles voltados ao tratamento da obesidade, um dos segmentos que mais cresce no setor de saúde.

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Foto: reprodução/ICTQ