Como parte da política de valorização ao educador, o prefeito Arthur Virgílio Neto (PSDB) – foto – anunciou na quarta-feira, dia 10, uma premiação de R$ 12 milhões para ser dividida entre professores da rede municipal de ensino que contribuíram para o desempenho positivo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Manaus ficou entre as dez melhores capitais do país no ranking do Ideb.

Arthur também divulgou o pagamento de mais R$ 3 milhões pelas progressões por tempo de serviço e titularidade reenquadramento para mais de 13 mil servidores, entre professores e administrativos.

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Aprovados em concurso são chamados

O prefeito também anunciou a convocação de 64 professores  aprovados em concurso público da Secretaria Municipal de Educação (Semed) para atuar, exclusivamente, em escolas da zona rural.

“Assim como todas as nossas ações pedagógicas para melhorar os índices educacionais na capital, a valorização dos professores também é tratada como prioridade na nossa gestão, porque educação de qualidade só se constrói melhorando as condições de trabalho dos professores, investindo em pedagogia e na infraestrutura”, disse Arthur.

Ele citou ainda a continuidade das ações de valorização ao servidor da educação, com benefícios que serão incorporados na remuneração dos profissionais e serão considerados na aposentadoria.

“Não concordamos com essa política de abono, porque o abono é sobra de um recurso que deveria ser investido numa melhor educação. Foi o que fizemos e prova disso é nossa evolução no Ideb”, disse.

Premiação bonifica por antecipação de metas

A Prefeitura de Manaus é referência nacional na gestão da educação, alcançando a meta projetada pelo Ministério da Educação (MEC) para 2021 nos Anos Iniciais, e superando o índice para igual ano em relação aos Anos Finais do Ensino Fundamental. O valor da premiação e das progressões totaliza R$ 15 milhões.

Para a premiação dos professores pelo desempenho no último Ideb será destinado o valor de R$ 12 milhões, pagos integralmente na folha de outubro, sendo R$ 1.200 para professores que trabalham 20 horas semanais e R$ 2.400 para professores que cumprem carga horária de 40 horas.

Já as progressões serão pagas em novembro, com retroativo de outubro, por conta da necessidade de formalização do decreto. A partir de dezembro, o calendário normal seguirá normalmente.

 

Foto: Divulgação/Semcom