Governo Lula celebra marca de 6,3 mil leitos na saúde do Amazonas
O estado passou a contar, desde 2023, com mais 224 novos leitos. Do total de unidades, são 1.254 voltadas para cirurgias
Iram Alfaia, do BNC Amazonas em Brasília
Publicado em: 12/03/2026 às 15:18 | Atualizado em: 12/03/2026 às 15:18
O governo do presidente Lula da Silva divulgou que a rede pública de saúde no Amazonas passou a contar com mais 224 novos leitos desde 2023. Desse modo, o estado já possui 6,3 mil unidades ativas.
Dos 10.057 leitos abertos em todo o país, cerca de 74,9% foram destinados à área cirúrgica. No Amazonas, estão em funcionamento 1.254 leitos cirúrgicos.
“Depois de mais de uma década, o SUS voltou a crescer de forma sustentável. A ampliação de leitos mostra que estamos reconstruindo e fortalecendo a capacidade da rede pública de atender a população em todas as regiões do país”, comemora o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo ele, o compromisso do governo é garantir uma expansão permanente, com planejamento e investimento contínuo, sem retrocessos.
“Isso significa mais acesso ao cuidado, mais estrutura para os profissionais de saúde e mais segurança para quem depende do SUS”, diz o ministro.
A pasta da Saúde diz que o país reverte a redução histórica de leitos na rede pública observada ao longo da última década.
Após o crescimento abrupto durante o período mais crítico da pandemia de covid-19 e a queda registrada em 2022, a retomada a partir de 2023 evidencia a expansão contínua da capacidade instalada do Sistema Único de Saúde (SUS) para atender às principais demandas assistenciais da população.
Investimentos
O governo federal alega que o fortalecimento da rede de atendimento do SUS também se reflete em investimentos estratégicos.
“Pelo Novo PAC Saúde, estão previstas 36 novas maternidades e 31 Centros de Parto Normal, com investimento total de R$ 4,8 bilhões, ampliando a oferta de atendimento humanizado e reforçando a rede materno-infantil”, diz nota da pasta.
Além disso, a atual gestão do Ministério da Saúde informa que o orçamento destinado à saúde mental cresceu 70%, alcançando R$ 2,9 bilhões, com a habilitação de 653 novos serviços no período.
Na assistência obstétrica, o custeio de leitos neonatais aumentou 230% por meio da Rede Alyne, lançada em 2024 com foco na assistência a gestantes e bebês.
Foto: divulgação
