Neste dia 1º de janeiro, o futebol amazonense já começou mostrando como continuará sua caminhada para o brejo. O Fast Club, único representante classificado para a Copa São Paulo de Futebol Júnior, que começa hoje, dia 2, foi obrigado a desistir da participação.

A causa: não teve dinheiro para comprar as passagens do elenco e comissão técnica.

O Governo do Estado, via Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), negou patrocínio ao clube. E com razão. O Fast não fez prestação de contas de recurso que recebeu para participar da Copinha em ano anterior.

De participações importantes no primeiro nível do futebol brasileiro, nas últimas décadas o Amazonas não consegue chegar nem à terceira divisão.

Em abril do ano passado, por ação do Ministério Público, a Justiça do Amazonas afastou o presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Dissica Valério, porque as contas da entidade de dez anos (2003 a 2013) foram todas consideradas irregulares e reprovadas.

Dissica preside a FAF desde 1987.

Menos de um mês depois, Dissica estava de volta ao cargo, por uma liminar de desembargador do Tribunal de Justiça (TJ-AM).

O Ministério Público, então, por intermédio da promotora Kátia Maria de Oliveira, que fez a denúncia contra Dissica, assim se manifestou ao portal do Globo Esporte, criticando a decisão do magistrado:

“O Amazonas é um estado em que nada se consegue quando é feito contra determinadas pessoas. Acho que é melhor que o futebol do Amazonas não exista, que não serve para nada”.

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Foto: Reprodução/Blog do Teófilo