Professores que participaram da Assembleia Geral Extraordinária da Asprom Sindical (Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus) , ocorrida neste sábado, dia 16, não descartaram uma paralisação de advertência para o dia 28 de março.

A decisão dependerá da proposta de reajuste salarial, que será oferecida pela Seduc (Secretaria de Estado de Educação).  A categoria reivindica 15%.

“Para evitar atraso no pagamento do reajuste salarial a categoria decidiu, na hipótese do Secretário Luiz Castro não apresentar uma proposta de reajuste salarial ou de a proposta que for apresentada seja apenas a reposição da inflação (apenas 4%), aprovar um INDICATIVO de Paralisação de Advertência para o dia 28/03/19, visto que a simples reposição da inflação já é considerada uma proposta indigna pelos trabalhadores”, diz parte do comunicado da diretoria enviada aos associados.

 

Pauta em processo lento

A categoria, que reuniu na sexta-feira, dia 15, com o titular da Seduc, Luiz Castro, considerou positivo o diálogo com o governo, mas que a avaliação da pauta de reivindicações está em processo lento.

“A categoria reafirmou que tem pressa na conclusão da negociação, pois não aceitará atraso no pagamento do reajuste salarial deste ano. Foi avaliado que o governo está muito lento nas suas análises da pauta de reivindicações, que foi protocolada pelo AspromSindical na Seduc/Am no início do mês de fevereiro”, informa outra parte do texto aos associados.

Ainda de acordo com a diretoria da Asprom, como o secretário Luiz Castro afirmou “que não podia ainda fazer nenhuma proposta de reajuste salarial porque os estudos do governo ainda não estavam concluídos”, uma nova rodada de negociação será realizada no dia 22 de março.

 

*Com informações da assessoria da Asprom. 

Foto: Reprodução/Facebook/Asprom