Governadores deixam cargo para encarar eleição deste ano
Publicado em: 09/04/2018 às 18:10 | Atualizado em: 09/04/2018 às 18:10
Seis governadores deixaram o comando dos seus estados para se candidatar nas eleições deste ano: Confúcio Moura (MDB), de Rondônia; Jackson Barreto (MDB), de Sergipe; Marconi Perillo (PSDB), de Goiás; Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo; Beto Richa (PSDB/na foto, com Alckmin)), do Paraná; e Raimundo Colombo (PSD), de Santa Catarina.
O prazo final para os ocupantes de cargo público, que vão disputar as eleições de 2018, deixarem a função terminou no último sábado (7).
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a desincompatibilização busca assegurar que não haja nenhum tipo de influência por parte daquele que já ocupa cargo público e deseja concorrer novamente, além de zelar pela igualdade dos candidatos.
O afastamento pode ou não ser necessário, dependendo do emprego ocupado e do cargo em disputa. Governadores que disputarão a reeleição, por exemplo, não precisam se afastar do cargo.
No site do TSE, há uma tabela com os prazos de desincompatibilização para cada caso.
Os primeiros anúncios de saída de membros do governo em virtude da campanha eleitoral começaram no dia 27 de março.
As primeiras baixas são no Ministério da Saúde e no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, que havia anunciado mais cedo que sairia naquele dia, entregou carta de demissão ao presidente Michel Temer.
Na carta, agradeceu ao “apoio incondicional” à sua gestão e se disse orgulhoso de trabalhar com o presidente.
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