Estampado sem camisa em matéria do jornal O Estado de S. Paulo  deste domingo, dia 23, o deputado federal Marcelo Ramos (PL), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, lembrou que já chegou ao fundo do poço em sua carreira política.

Foi nas eleições suplementares de 2017, quando foi vice do senador Eduardo Braga (MDB). “A omissão para mim não é uma hipótese – e eu pago o preço das minhas escolhas. Essa me levou para o fundo do poço. Foi o pior momento da minha vida pública”, disse ao impresso paulista.

 

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Com o título “O ex-comunista que tem fé na reforma da Previdência”, o impresso fotografou Marcelo sem camisa, mostrando duas tatuagens com forte significado: a primeira com o nome da filha Carol, que morreu em 2004 aos dezesseis meses de vida, e do filho Gabriel. A segunda, em nove linhas, é o poema “A janela encantada”, do escritor amazonense Thiago de Mello.

Ainda na matéria feita pelo repórter Luiz Maklouf Carvalho, o presidente de Comissão Especial da Reforma da Previdência  é retratado como aquele que joga bem nos dois lados.

“O governo me vê com bons olhos porque eu defendo a reforma. E a oposição me vê com bons olhos porque eu ataco o governo. […] É a chance que eu estou tendo para reconstruir a minha história, e eu não vou perdê-la”, disse o talvez futuro candidato ao governo do Amazonas em 2022.

Leia a matéria completa no Estadão.

 

Foto: Gabriela Bilo/Estadão