Um acordo firmado entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), desarticulou a ideia de recriar os ministérios das Cidades e da Integração Nacional por meio da Medida Provisória 870, que está prevista para ser votada nesta quarta-feira, dia 22, no Senado. A MP reestrutura a Esplanada dos Ministérios.

Para se chegar a essa conclusão, os líderes se mostraram incomodados com a repercussão negativa do tema nas redes sociais. E por isso descartaram a recriação. As informações estão do G1.

Segundo o portal de notícias da Globo, mais três pontos devem ir a plenário nesta quarta: a retirada do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça, a transferência da demarcação de terras indígenas do Ministério da Agricultura para Funai e a limitação dos poderes de auditores fiscais em investigar casos de corrupção.

A respeito deste último ponto, houve protestos de auditores, nesta terça (21), em vários aeroportos do país contra a “mordaça” ao trabalho deles em investigação de fraudes.

O autor dessa proibição é o senador Eduardo Braga (MDB-AM). A emenda dele recebeu o nome de “jabuti do Braga”.

Em reunião nesta terça-feira, na casa de Rodrigo Maia, da qual participaram Davi Alcolumbre, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), o presidente da Câmara disse que os partidos não têm interesse em aprovar a recriação dos ministérios das Cidades e Integração Nacional.

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Foto: Marcos Corrêa/PR/arquivo