O discurso hostil do presidente Jair Bolsonaro (PSL) contra os povos da Amazônia e a importância da preservação da região para o país e para a humanidade lhe rendeu ontem constrangimento internacional.

O Museu de História Natural de Nova York fechou suas portas para ele recebesse premiação de “Pessoa do Ano”, evento organizado pela Câmara de Comércio Brasil-EUA.

A mídia internacional noticiou que a homenagem ao presidente brasileiro não reflete “de nenhuma maneira” as posições do museu em relação à proteção da Floresta Amazônica.

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Na sexta passada, dia 12, o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, pediu ao museu que não recebesse Bolsonaro e criticou o que considera ser posições homofóbicas e racistas do presidente, além de seu discurso sobre a Amazônia.

Em dezembro de 2017, em Manaus, em viagem ao Amazonas, o hoje presidente da República questionou a soberania da Amazônia e comparou as terras indígenas da região a zoológicos.

Esse tipo de posicionamento de seu governo foi reproduzido no último sábado em Manaus pela líder de seu governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL), que tratou os povos indígenas da Amazônia com palavras de desprezo e falta de respeito.

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Foto: Alan Santos/Presidência da República