URGENTE: Explosões sacodem Caracas; Trump afirma que Maduro foi capturado
Presidente dos EUA fala em operação conjunta e provoca reação imediata na América Latina e na ONU.
Publicado em: 03/01/2026 às 06:11 | Atualizado em: 03/01/2026 às 06:39
Caracas, a capital venezuelana, foi palco de uma madrugada de pânico neste sábado, 03 de janeiro. Pelo menos sete grandes explosões foram registradas em pontos estratégicos da cidade, incluindo as proximidades da Base Aérea de La Carlota e do complexo militar Fuerte Tiuna.
O governo de Nicolás Maduro atribuiu formalmente os ataques aos Estados Unidos (EUA). Ato contínuo, o ditador da Venezuela declarou imediatamente estado de exceção e emergência nacional.
Por sua vez, Donald Trump não só assumiu os ataques como também acaba de afirmar que os EUA capturaram o ditador venezuelano e sua esposa, Cilia Flores.

O que se sabe até o momento
Os estrondos começaram por volta das 2h da manhã (3h no horário de Brasília). Moradores relataram o som ensurdecedor de aeronaves sobrevoando a capital em baixa altitude momentos antes das detonações.
Além de Caracas, o governo venezuelano afirma que instalações nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira também foram atingidas. Colunas de fumaça preta puderam ser vistas saindo de hangares militares e áreas de comunicação.
Contexto de crise
O episódio ocorre dias após o presidente Donald Trump afirmar que os dias de Maduro “estão contados” e confirmar ataques anteriores com drones da CIA contra portos usados pelo narcotráfico.
Apagão
A zona sul de Caracas, onde fica uma das maiores bases militares do país, permanece sem energia elétrica.
Repercussão na região
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, já se manifestou. Ele pediu uma reunião urgente da Organização das Nações Unidas (ONU), classificando a situação como um “bombardeio com mísseis”. Até o fechamento desta matéria, o Pentágono e a Casa Branca não haviam emitido um comunicado oficial confirmando a autoria.
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Foto: divulgação
