Pode até ficar para o próximo ano a conclusão do julgamento do pedido de liberdade de Lula da Silva (PT) na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Com dois votos desfavoráveis ao ex-presidente da República, o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo.

De acordo com Gilmar, o seu voto pode retornar ao plenário da turma ainda neste ano ou no início de 2019, mas não se comprometeu com a data.

Votaram pela denegação da soltura do petista os ministros Edson Fachin, relator da operação Lava Jato no STF, e Cármen Lúcia, relatora do pedido da defesa de Lula.

Faltam os votos de Celso de Mello e Ricardo Lewandowski.

Lula está preso desde abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 12 anos de prisão em regime fechado.

A defesa do petista alega que os atos do ex-juiz da primeira instância da Lava Jato, o futuro ministro da Justiça Sérgio Moro, devem ser anulados porque ele agiu com parcialidade contra Lula no julgamento do caso tríplex do Guarujá (SP).

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Foto: Reprodução/Tribuna do Paraná (arquivo)